O que começa com toque de
infantilidade acaba levando os telespectadores para um lugar totalmente
restrito para o público infantil. O
filme embora tenha esse toque infantil, já que a personagem principal é um
ursinho de pelúcia, tem um enredo totalmente adulto. A inocência de Ted é
quebrada quando começamos a ver que um ursinho de pelúcia pode fazer e dizer ao
decorrer da projeção.
Dirigido por Seth MacFarlane, o
filme conta a historia de a história de John Bennet (Mark Wahlberg), um garoto
solitário que ao ser rejeitado pelos colegas de sua idade, numa noite de natal,
ganha dos pais um ursinho de pelúcia ao qual dar-lhe o nome de Ted. Encantado,
deseja que ele ganhe vida. Atendido por algo divino, John passa a ter em Ted um
amigo fiel.
A história da um salto de quase
30 anos para a nossa atualidade e encontramos John Bennet aos 35 anos de idade,
trabalhando em um escritório de aluguel de carros e namora Lori (Mila Kunis) há
quase quatro anos. Já o Ted virou um vagabundo profissional: passa os dias
bebendo, fumando maconha e tramando encontros com prostitutas.
Até esse ponto da fita temos um
enredo bem estruturado, mas o mesmo começa a se tornar vago com adição de
personagem que em nada acrescentam para a trama geral. Em grande parte esses
personagens são rasos, pouco explorados e logo notamos a tentativa absurda do
diretor de “encher linguiça”.
O humor do filme é impecável.
Além das piadas chulas sobre sexo e drogas (principalmente a parte que ele vai
fazer uma reclamação na Hasbro por não ter um pênis), Ted tem bons momentos com
um humor pra lá de inteligente. Piadas nas quais só algumas pessoas conseguem
entender ou captar.
No final das contas Ted não chega
a ser um filme perfeito, mas para quem gosta de um humor adulto e tem
curiosidade de ver um ursinho falando palavrão e além de outras coisas, então
Ted é um bom filme.

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