04 setembro 2012

BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE (THE DARK KNIGHT RISES), 2012.



Depois que assistir Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) ficava pensando como os produtores conseguiriam superar tanta genialidade e perfeição. Mas estamos falando do diretor/produtor Christopher Nolan que de forma genial conseguiu tanto superar o filme anterior como também encerrar uma história de forma grandiosa.
A história continua exatamente onde parou no filme anterior. Oitos anos se passaram e Batman não é visto desde que assumiu a culpa pelos crimes do Promotor Público Harvey Dent (Duas Caras), seu alterego Bruce Wayne se tornou um recluso. A cidade de Gothan é uma cidade pacífica. Até que aparece um mercenário chamado Bane, que deseja acabar com a paz da cidade. É nesse momento que Bruce vai precisar resgatar a confiança em si mesmo e durante essa jornada salvar Gothan.
O elenco é impecável: Anne Hathaway (Selina Kyle/Mulher Gato), Joseph Gordon-Levitt (John Blacke), Marion Cotillard (Miranda Tate) e Tom Hardy (Bane) ao lado de Christian Bale (Bruce Wayne/Batman), Michael Caine (Alfred), Morgan Freeman (Lucius Fox) e Gary Oldman (Comissário Gordon).
Aplausos para a talentosa Anne Hathaway que consegue de forma perfeita interpretar uma Mulher-Gato digno de elogios. Tom Hardy faz um vilão que realmente impõe medo nas pessoas, ainda mais com aquela máscara, o que faz a interpretação ser mais difícil, pois só conseguimos captar suas emoções através do seu olhar. Michael Caine que interpreta Alfred tem seu grande momento com uma atuação cheia de emoção que comove qualquer um. Por fim temos Christian Bale, nosso Batman, sua atuação é simplesmente incrível, realmente marcou o personagem.
Outro ponto positivo do filme é sua trilha sonora. Hans Zimmer mostra que tem muita competência no que faz. À medida que a projeção alcança momentos decisivos, a trilha sonora ecoa na sala dando uma sensação apocalítica ao filme.
Batman ressurge para finalizar seu legado. E nas mãos talentosas de Christopher Nolan não podemos esperar menos do que um final majestoso para a trilogia.

Texto: Bruno Silva

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